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As cobiçadas notícias rapidinhas do Snapchat

November 11, 2015

 

 

Uma ‘brincadeira’ de criança e adolescente começou a ganhar ‘corpo de adulto’ a partir de 2015 quando grandes medias do mundo passaram a perceber mais o potencial dela na veiculação de mensagens jornalísticas. Até janeiro desse ano, era vista como uma forma de troca de mensagem de foto e vídeo que se autodestruía em dez segundos e comparada ao WhatsApp e Instagram, mas tudo indica que pode se transformar numa máquina de ganhar dinheiro à base de conteúdos de comunicação de massa jornalísticos. A pitada mágica para o amadurecimento veio em janeiro com a criação do serviço “Discover”, mistura de portal web composto por alguns ‘canais’ de informação cujas notícias mudam diariamente, ou seja, a cada 24 horas, sem possibilidade de compartilhamento. O mundo passou a ficar mais atento ao Snapchat.

 

O aplicativo para smartphones já tem cerca de cem milhões de usuários ativos mensalmente, de acordo com o “Business Insider”, e valor de mercado de US$ 10 bilhões, segundo o “Wall Street Journal”. Veículos de comunicação como CNN, Daily Mail, BBC, Yahoo News, Cosmopolitan, Vice News, National Geografic, Fusian, B/R e MTV o usam principalmente para atrair público jovem, mas já existe expectativa de agradar outras faixas etárias carentes de notícias rápidas, mas com conteúdo e contextualizadas. Além das veiculações, o Snapchat facilita a vida dos repórteres em coberturas até de dimensão internacional, como a crise dos refugiados e os seguidos conflitos no Oriente Médio.

 

Em um mundo onde prepondera a pressa, o Snapchat entra de maneira simples, mas repleta de futurologia, com conteúdos didáticos, apelativos e informativos e muita interatividade, instantaneidade, personalização e presença em todos os lugares. Não há margem para aprofundamentos nem matérias ‘mecânicas’, já que a intenção é ficar o máximo possível próximo dos usuários e criar empatia à base de contar histórias, numa comunicação horizontal até mesmo em matérias políticas e econômicas. A mudança ocorre de modo gradativo, já que o aplicativo sempre foi mais utilizado para envios de fotos e vídeos entre amigos.

 

Em alguns veículos de comunicação no Snapchat existem âncoras para apresentar os noticiosos, algo que alimenta o costume das pessoas, e até minidocumentários, tudo com brevidade. A fórmula procura fixar aqueles cuja atenção tende a ficar dispersa. Para isso, alguns fundamentos básicos do jornalismo tornam-se fundamentais: objetividade, concisão, clareza fluência e ritmo no texto. Os comunicólogos observam o Snapchat como espécie de tubo de ensaio sobre a melhor forma de trabalhar as informações com conteúdo na telefonia móvel, e têm grande expectativa que a nova maneira de noticiar cause mudanças na percepção, compreensão, interatividade e comportamento.

 

Enquanto comunicólogos analisam, o Snapchat está mais preocupado em relação ao salto em publicidade com mais vendas, baseado na atratividade proporcionada pelos noticiosos. Para seus usuários nos Estados Unidos, onde o Snapchat está em terceiro lugar como aplicativo de mídia social mais popular, passou a veiculá-la desde outubro de 2014 nas atualizações recentes com a opção de visualização ou não e o sumiço segundos depois de acessada. Nesse mesmo ano, foram investidos nele US$ 486 milhões. Uma prova de que a ‘brincadeira’ é coisa séria está no fato de haverem comentários sobre  suposto interesse do Facebook pela compra do Snapchat em 2013, com lance de US$ 3 bilhões recusado.

                

             

 

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