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Mundo vive a guerrilha do marketing

October 16, 2015

 

No inconsciente coletivo urbano de diversas grandes cidades no mundo, há espécies de guerras civis oriundas dos mais diversificados interesses, como embates sociais, antagonismos políticos, tráfico de droga e conflitos religiosos. Por vezes silenciosamente, mas sempre com estardalhaço, ocorrem outros tipos de batalhas, cujas armas principais baseiam-se na criatividade voltada para o inusitado e apelativo: o marketing de guerrilha.

 

Antes característico de empresas pequenas, o marketing de guerrilha tem sido opção de mix de marketing das grandes empresas bastante conhecidas do público, provavelmente pela saturação publicitária quanto a chamar mais a atenção e por proporcionar maior economia numa fase de globalizada crise financeira. As novas tecnologias têm facilitado isso, principalmente com o uso das redes sociais.

 

O bombardeio publicitário do marketing de guerrilha vem de todos os lados, sobretudo nas ruas com meios e ações bem diferentes das mídias convencionais da internet, TV, rádio e publicações. Os efeitos das ‘bombas’ publicitárias geralmente deixam em poucos segundos os receptores das mensagens surpresos e intrigados, ou seja, tem efeito massificante de maneira muitas vezes simplória e sem parecer propaganda, apenas uma novidade.  

Esse tipo de marketing ficou conhecido a partir do livro “Marketing de guerrilha”, de 1982, escrito pelo falecido publicitário americano Jay Conrad Levinson  (* 1933 – + 2013)  com o intuito de chamar a atenção para a necessidade de novos enfoques diferentes da publicidade tradicional. Segundo ele, tornaram-se indispensáveis campanhas impactantes, únicas, inteligentes e escandalosas, no bom sentido.

 

As técnicas não convencionais empregadas no marketing de guerrilha são o ambiente marketing com alguma forma apelativa de publicidade na maioria das vezes em locais públicos; os flashmobs, através das aglomerações instantâneas de grupos de pessoas nesses locais para realizar alguma ação inusitada que acaba tão rápido como começou; a publicidade encoberta, na qual não existem anúncios que representem marcas, e sim mensagens publicitárias com estímulos dirigidos ao subconsciente dos receptores; e os vídeos virais colocados constantemente em ferramentas como o Youtube, de forma a favorecer a visualização milhões e milhões de vezes.  

 

Acontece de tudo para levar adiante a guerrilha publicitária, como por exemplo, um homem vestido de zumbi adentrou a sala de um cinema da Cidade de Sandton durante trailer de filme romântico para promover série de filme televisivo, grupos dançando na Praia de Copacabana com chinelos coloridos como adereços de mãos, um blogueiro suspenso por ganchos inseridos na pele em um guindaste a 50 metros de altura num dos cruzamentos da Avenida Paulista, em São Paulo, para divulgar um programa de TV do canal NatGeo e o engajamento de torcedores do Vasco para bater recorde de tatuagens no lançamento de camisa de marca esportiva.

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