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A trajetória do bilionário Whatsapp

September 11, 2015

 

Apesar de bastante popular com cerca de 900 milhões de usuários ativos no mundo e 38 milhões no Brasil, o WhatsApp ainda tem detalhes desde a origem pouco conhecidos pelo público. Então, o site “Exame”, da editora Abril, postou esse mês matéria sobre diversas curiosidades dessa ferramenta tecnológica. O aplicativo de mensagens mais usado conta diariamente em torno de 30 bilhões de mensagens enviadas e recebidas todos os dias pelos usuários do aplicativo e um milhão de pessoas fazem o download do aplicativo.

 

O funcionamento do WhatsApp tem gerado muita polêmica pela insatisfação das empresas de telecomunicação, a ponto de considerarem o WhatsApp como “pirata” e prepararem petição contra esse serviço. Em abril deste ano, a Forbes previu que as empresas de telecomunicações perderam por causa dos aplicativos de mensagens US$ 386 bilhões nos EUA entre os anos de 2012 e 2018. De acordo com a publicação, os prejuízos devido a isso se generalizaram no mundo.

 

O mais curioso refere-se ao fato de a inspiração para criação do WhatsApp surgir após a compra de um iPhone. O comprador da engenhoca e ex-funcionário do Yahoo!, Jan Koum, notou que a App Store possibilitaria a criação de nova indústria de aplicativos. Ele contratou para isso o desenvolvedor russo Igor
Solomennikov. Em novembro de 2009, o WhatsApp foi lançado para os usuários de iPhone. Dois meses depois, o aplicativo também estava disponível para as pessoas que tinham um smartphone da BlackBerry.

 

A parceria de Koum com Brian Acton, que também trabalhou no Yahoo!, foi fundamental para levar à frente a empreitada. Um mês antes da existência do aplicativo, ele recebeu o apoio financeiro de cinco ex-funcionários dessa empresa para levar adiante a empreitada com investimento de US$ 250 mil e se tornou co-fundador. Em 2011, o maior fundo do Vale do Silício, Sequoia Capital, injetou US$ 7 milhões no projeto. Em fevereiro de 2013, o Sequoia investiu mais US$ 50 milhões no WhatsApp. Esse aplicativo passou a valer U$ 1,5 bilhão.

 

Antes de ser lançado na App Store, a versão beta do WhatsApp ficou meses desconhecida pelos usuários. O número dos ativos aumentou para 250 mil com o WhatsApp 2.0, que teve pela primeira vez componentes de mensagem.

 

Quatro anos depois, em 2013, a base de usuários do WhatsApp havia aumentado para 200 milhões de usuários. Em abril de 2015, a empresa anunciou que o aplicativo tem 800 milhões de pessoas ativas. Só na Índia são mais de 70 milhões de indivíduos que utilizam o WhatsApp.

 

Vale mais que a Nasa

 

O mesmo Facebook que no passado descartara a hipótese de contratar Koum e Acton comprou, depois de dois anos de negociações, o WhatsApp por U$$ 19 bilhões no dia 19 de fevereiro de 2014 e incorporou os dois  ao conselho administrativo da rede social. Valeu mais que o orçamento de 2014 da Nasa, que estava em torno de U$ 17 bilhões. Com a quantia investida no WhatsApp, o Facebook poderia ter comprado o Instagram 16 vezes e o Skype duas vezes.

 

O aplicativo se transformou num gigante, mas por incrível que pareça só conta com 55 funcionários, 32 deles engenheiros. Além disso, vários destes funcionários se beneficiaram com a compra do WhatsApp pelo Facebook. Muitos se tornaram milionários do dia para a noite. Já seus fundadores estão bilionários, já que eles têm participação de 45% do WhatsApp. Segundo a Forbes, Kuom e Acton valem, respectivamente, US$ 6,8 bilhões de dólares e US$ 3 bilhões.

 

O insight para o WhatsApp teve sucesso já a partir do nome pela frequência de uso. What’s Up? significa “E aí?’ ou “Tudo bem”?”, principalmente porque trata-se de um aplicativo de bate-papo e a pergunta introduz a uma conversa.   

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Aplicativo curioso e gratuito

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